E ao anoitecer...
e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo
a paciência o amor o abandono das palavras
o silêncio
e a difícil arte da melancolia
Al Berto
Pudesse eu ser sempre assim, misturar-me com o anoitecer e esconder-me no céu, encadear-me com o brilho de cada estrela que me aquece, abandonar as palavras e sentir... apenas. Sem pensar e sem querer. Deixar que o vento me leve...
Resolução do dia
Não perder tempo com coisas inúteis que não me fazem sentir melhor e apenas contribuem para que comece a achar que, às vezes, perco muito tempo de uma forma mesmo ridícula...
Em lista de espera
1. Por recomendação e empréstimo de um amigo:
2. Por vontade própria e por empréstimo do meu pai (que apenas me disse : "Não passei das primeiras páginas"... vamos lá ver se consigo fazer melhor!!!):
3. A ganhar pó na mesa de cabeceira:
4. Wishlist for Christmas:
E mais não coloco, para não parecer um post interminável...
toothache
Aposto que assim havia muita gente que deixava de ter medo de ir ao dentista (e talvez até inventasse dores de dentes)...
...ainda em recuperação das 3h que passei no gabinete do dentista, no meio de uma parafernália de instrumentos complexos, estranhos e barulhentos que colocariam qualquer pessoa normal (e pouco habituada a estas lides...) em estado de choque! RESULTADO: dente partido milagrosamente renovado e conta de 180€!
books at bus
Publicada por
Blimundina
em
14:57
A Carris vai passar a oferecer mensalmente nos seus autocarros e eléctricos 25 mil livros de bolso com capítulos ou excertos de obras literárias para "tornar as viagens mais agradáveis" e incentivar o gosto pela leitura.
in Sic Online
Ouvi esta notícia em pleno caos do trânsito e pensei: "Fogo, cada vez tenho menos desculpas para não andar de autocarro!!".
in Sic Online
Ouvi esta notícia em pleno caos do trânsito e pensei: "Fogo, cada vez tenho menos desculpas para não andar de autocarro!!".
Quotes #1
" Se tivéssemos uma verdadeira vida não teríamos necessidade de arte. A arte começa precisamente onde cessa a vida real, onde não há mais nada à nossa frente. Será que a arte não é mais que uma confissão da nossa impotência?"
Richard Wagner
Richard Wagner
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